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'Às-aparências do baralho da vida/natureza'



Elas não enganam?!

- Ei, sabe onde consigo um 'esqueminha', por aqui?
Oi?
- É, aonde rola um chocolate?!
Não compreendi.
- É porque desejo um e imaginei que poderia me ajudar.
Aé? Risos. Tenho uma bicicleta vermelha.
- Beleza, estarei na Ibituruna. (Antes do tempo, o assovio).
- Já vou!)
Trabalho há três anos.
- Agradecido.
Mucho e louco!
- Assim começa a história que acabo de contar - escrevendo-a.

                                                    Demoner - 27/09/2013 - 16h


Fobia de sujeita ou obsessão por limpeza?

Minha mão está suja.
Preciso cortá-la.
Não adianta lavar.
A água está podre.
Nem ensaboar.
O sabão é ruim.
A mão está suja,
Suja há muitos anos.
                      (Drummond)



A experiência linguística: o $abor das palavras...




         - Ao-moço:
O tomate está abeterrado!
Oh! Toma-te esta: a Bete errada.
O Tom até está a ‘better’ ado.
Toma-te a-better-errado.
U tomate ABT irado.
                           Demoner.
                           25/09/2013

                                     12h.


Ãh?

 
Tome um conto.
- Que conto?
Tome, no canto.
- O conto?
Canto e não conto.
- Atado ou contado?
          Isolado, o canto não é contado.
- Então conte!
- Um monte?
 Tonto!
         Conto e não monte.
                                                        - Não conte, desmonte.
                                                   - Sem monte, cem conto.
                                            - Tome!
                                             Some!
                                            - Conte!
                                          - Para um monte, que cante.
                                            Um monte, quanto?

Demoner
21/08/2012

13h

O que somos?








    "Um dia escrevi que tudo é autobiografia, que a vida de cada um de nós a estamos contando em tudo quanto fazemos e dizemos, nos gestos, na maneira como nos sentamos, como andamos e olhamos, como viramos a cabeça ou apanhamos um objeto no chão. Queria eu dizer então que, vivemos rodeados de sinais, nós próprios somos um sistema de sinais" José Saramago (Caderno de Lanzarote, 1997).


O inconsciente




"Agora, porém, o caminho é escuro. Passamos da consciência para a inconsciência, onde se faz a elaboração confusa das ideias, onde as reminiscências dormem ou cochilam. Aqui pulula a vida sem formas, os germes e os detritos, os rudimentos e os sedimentos; é o desvão imenso do espírito" Machado de Assis (O Cônego ou Metafísica do Estilo, em Várias histórias, 1896)