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#Bar-ato #barato






A barata ata mais do que mata.

O ato de atar, não a barata, mas o barato do sujeito.

Atado ou matada?

A matada mata a barata no ato.

O ato desata a ata, desmata.

Viva o barato da barata.

Ou, a barata do barato.

O desejo é aquilo que sai caro ao sujeito.

Um barato que sai caro.

Claro que paga, o sujeito.

Afinal, é barato!













A morte #dead #morte









        A morte nunca morre, ela está sempre viva.


        Sempre viva, aquela que nunca morre.


     A morte entra como um enigma aos sujeitos.


       Sendo a vida, uma maneira de enfrentá-la.



#SINTOMA

   O sintoma só pode ser considerado patológico por ser referir ao pathos, em última instância a uma modalidade de gozo. É um destino que a análise, como decifração do inconsciente, revela. Daí a paixão pelo sintoma. Quanto custa o seu sintoma? Este é o preço a se pagar!